sábado, 8 de setembro de 2012

REPASSANDO: Ranking coloca UFPA entre as melhores universidades do Brasil


Ranking coloca UFPA entre as melhores universidades do Brasil

Recentemente, foi divulgado o "Ranking Universitário Folha" (RUF), uma listagem inédita das universidades brasileiras, elaborada de acordo com a qualidade das instituições. Para chegar à classificação, foram utilizados indicadores de pesquisa e de inovação e opinião do mercado de trabalho e de pesquisadores renomados. Na avaliação, a Universidade Federal do Pará (UFPA) ficou na 24ª posição entre as 191 instituições analisadas. O resultado foi recebido com ânimo pelos membros da Instituição, inclusive pelo reitor Carlos Maneschy.
Para a pró-reitora de Ensino de Graduação, Marlene Freitas, o resultado do "Ranking" é condizente com o trabalho que a UFPA vem fazendo. “Considero que estamos relativamente bem situados, embora creia que a nossa situação pode ser até mais vantajosa que aquela revelada, de qualquer modo, o resultado é motivo de alegria. Nós temos um nível de qualificação docente bastante elevado, a UFPA tem uma liderança entre as suas congêneres da região, não só no nível de qualificação docente, como também em pesquisa e tecnologia, tanto no âmbito da graduação como no da pós-graduação”, disse a professora, a qual também afirma que tudo isso reflete no produto da Universidade, este produto é o número de egressos que ela consegue encaminhar ao mercado de trabalho.
Trabalho árduo – “Não existe uma universidade ideal, nós enfrentamos uma série de problemas diariamente, mas essa é uma construção contínua e é um dever nosso seguir em frente”, diz a pró-reitora. Quanto ao resultado, Marlene consegue vê-lo como um reflexo do trabalho que os professores realizam, do nível da produção acadêmica e científica e das relações com a comunidade, de um modo geral, seja a comunidade mais vulnerável, do ponto de vista econômico, ou mesmo da relação com o mundo empresarial.
A professora afirma que, de modo geral, há um bom olhar sobre a UFPA. “Posso dizer que, por exemplo, nas seleções para pós-graduação, seja no Estado, seja fora dele, são raros os casos que os alunos daqui não conseguem seus objetivos.”
Marlene Freitas destaca que ainda há muito a se fazer nesse trabalho contínuo de melhorar a qualidade de ensino e de formação, de fazer com que o professor descubra como é importante a adoção de novas tecnologias, apropriando-se das tecnologias de informação e comunicação para que sejam cada vez mais bem conduzidas. “Nós, como pró-reitoria de Graduação, temos insistido nisso, a tal ponto que criamos um Programa de Formação Continuada para que o professor esteja sempre preparado e para que mantenha essa sede por inovação permanente”, diz a pró-reitora.
Interiorização – Segundo Marlene Freitas, o Programa de Interiorização é um dos contribuintes para o crescimento da UFPA. “A Universidade cresceu de uma forma surpreendente. O Programa surgiu há mais de 25 anos e foi uma estratégia revolucionária, pois, se não fosse isso, hoje, não teríamos os campi consolidados, fazendo ensino, pesquisa e extensão na graduação e pós-graduação. Hoje, temos campi com mestrado e doutorado.”
“A Federal do Pará tem 11 campi no Estado, os quais descentralizam a oferta de cursos e promovem a criação de novas universidades, como o Campus de Marabá, que está para se tornar a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará", diz o reitor Carlos Edilson de Almeida Maneschy.
Pesquisa - Quem também não possui dúvidas de que a UFPA está entre as melhores universidades do Brasil é o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Emmanuel Tourinho.  “Este "Ranking" é uma referência interessante, pois nos leva a olhar para os nossos indicadores e vermos o que podemos fazer para melhorar”, afirma.
A questão da pesquisa foi levada em conta na construção do "Ranking" como um dos indicadores. “A pesquisa científica, aqui, é cada vez mais forte em todas as áreas do conhecimento, e isso tem refletido inclusive na expansão da pós-graduação. Para se ter ideia, em três anos, foram abertos 24 cursos de mestrado e doutorado. Isso mostra o amadurecimento muito rápido da pesquisa, não só na capital, como também no interior. Além disso, nossos grupos de pesquisa são muito internacionalizados, temos muitas cooperações com instituições do mundo inteiro. “Esse salto na pesquisa, com certeza, colaborou para esta boa colocação na UFPA”, considera o pró-reitor.
Texto: Yuri Coelho – Assessoria de Comunicação
Fotos: Alexandre Moraes

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA: PESQUISA APONTA CONTRIBUIÇÕES DA MÍDIA TELEVISIVA ESTRUTURANDO IDEIAS SOBRE A BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA


BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA:


Que ideias as pessoas - particularmente os estudantes paraenses do ensino médio - têm apresentado sobre a Biodiversidade Amazônica quando assistem diversos programas na Televisão Aberta (BAND, SBT, GLOBO, RECORD)?

A "revista Artifícios - revista do diferente" da  Universidade Federal do Pará e  do Instituto de Ciências da Educação publicou os resultados de uma investigação que aponta as contribuição da mídia de televisão aberta sobre as concepções relativas a BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA presente nas ideias dos estudantes do ensino médio.

Esta investigação é de minha autoria e apresenta o título:

A MÍDIA TELEVISIVA FAVORECENDO A APRENDIZAGEM DE CONCEPÇÕES SOBRE BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA: IMPLICAÇÕES PARA O CONTEXTO DA SALA DE AULA DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Valdir Fonseca Barros

Revista do Difere - ISSN 2179 6505, v. 2, n. 3, ago/2012
http://www.artificios.ufpa.br/

Acesso ao artigo:
http://www.artificios.ufpa.br/Artigos/a%20Valdir%20Barros.pdf

terça-feira, 28 de agosto de 2012

AMBIENTAL - PESQUISA FLORESTA E ESCOLA

MAPA CONCEITUAL DA INVESTIGAÇÃO QUE ESTÁ SENDO REALIZADA COM OS ESTUDANTES DA COMUNIDADE DO CARUARU EM MOSQUEIRO- A Floresta e a Escola: construindo um projeto para educação que “deveria ter sido feito” na Amazônia do século XXI.
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Nesta fase da investigação, por meio de questionário aberto, solicitamos aos estudantes residentes do Caruaru (comunidade distante 45 min via fluvial), comunidade do distrito do Mosqueiro, que expressassem opinião sobre a adaptação da comunidade as condições naturais da floresta, e o uso de seu recursos para fins alimentícios e comerciais. O resultado está resumido no mapa conceitual abaixo. O mesmo será apresentado em um seminário ambiental que ocorrerá no auditório da escola Honorato Filgueiras no fim de setembro.

PESQUISA ESCOLAR: APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA. SUGESTÃO PARA A TURMA 104/N

Muito prazer, Sexo sem DST


AOS TEMAS INVESTIGATIVOS QUE ABORDAM O TEMA: DST
É possível RECONHECER
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) costumam aparecer como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
Algumas DST são de fácil tratamento e rápida resolução.
Outras têm tratamento mais difícil ou persistem ativas, apesar da sensação de melhora.
Fique atento ao seu corpo. Se perceber algo diferente, procure ajuda profissional.
É preciso TRATAR
O tratamento das DST melhora a qualidade de vida da pessoa e interrompe a cadeia de transmissão. Além disso, diminui o risco de infecção pelo vírus da aids, pois as feridas nos órgãos genitais favorecem a entrada do HIV no organismo.
Mas o tratamento incorreto pode piorar a situação. Por isso, procure sempre um profissional de saúde e evite a automedicação.
É bom ALERTAR
Descobriu uma DST e não sabe como dizer ao seu parceiro?
Mande um de nossos cartões virtuais.
É fácil, rápido e você não precisa se identificar.
Depois disso lembre-se: sem camisinha, nunca mais.
REPASSANDO PELO SITE:

REPASSANDO: Propesp prorroga inscrições para premiação do CNPq

REPASSANDO:

Propesp prorroga inscrições para premiação do CNPq

Foram prorrogadas, até esta terça-feira, 28, as inscrições de estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) para o Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica 2012, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Podem se inscrever, por meio da Diretoria de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), alunos da Instituição com bolsas Pibic ou Pibiti, referentes às Iniciações Científica e Tecnológica.
Como participar – Para concorrer, basta ser bolsista de Iniciação Científica ou Tecnológica, com, pelo menos, 12 meses de bolsa, em processo de renovação 2012-2013. Ex-bolsistas não podem participar. O Prêmio se divide em três categorias: Bolsista de Iniciação Científica, Bolsista de Iniciação Tecnológica e Mérito Institucional. Esta última é dedicada às instituições que tenham bolsistas Pibic e Pibiti inscritos.
A ficha de inscrição do evento deve ser preenchida e entregue junto com a documentação exigida pelo CNPq, até as 17 horas desta terça, na Diretoria de Pesquisa da Propesp, localizada no prédio da Reitoria, Campus Básico da UFPA, bairro Guamá. A documentação envolve relatório final do trabalho, no período entre julho de 2011 e julho de 2012; histórico escolar; resumo do relatório final; carta de recomendação do orientador e versão atualizada do CurrículoLattes do bolsista.
Confira o regulamento, com todas as especificidades, e mais detalhes sobre como participar do Prêmio.
Presença paraense – Para o diretor de Pesquisa da Propesp, professor Antonio Carlos Vallinoto, a participação dos bolsistas e a seleção dos trabalhos enviados pela UFPA prezam pela qualidade. “A nossa avaliação é sempre voltada a conseguir os melhores trabalhos. A cada ano, a nossa produção científica ganha em excelência, e este Prêmio reflete este sucesso”, diz Vallinoto, referindo-se ao sucesso da Instituição nas edições de 2010 (3º lugar, na área de Ciências Biológicas) e 2011 (1º lugar, na área de Ciências Exatas e da Terra). Cada universidade só pode enviar um trabalho por área.
Quanto à inclusão da categoria voltada à produção tecnológica, o professor acredita ser um grande estímulo a um setor forte, no âmbito da graduação na UFPA. “Assim, foi com as bolsas de Iniciação Científica. Nos anos 90, eram 60 bolsas. Hoje, são mais de 1.000. Com o tempo, aprimoramos nossas técnicas e buscamos renovação, e este Prêmio serve como um grande incentivo à formação acadêmica, no campo da produção tecnológica.”
O Prêmio – Surgiu em 2003, como um incentivo à produção de ciência nas universidades, contemplando as instituições que atingiram as metas do Programa de Iniciação Científica, PIBIC. Em 2012, o evento abre espaço para uma nova categoria, “Bolsista de Iniciação Tecnológica”, valorizando uma área rica em produções acadêmicas. O Prêmio conta com o apoio da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A premiação da edição 2012 será realizada na próxima Reunião Anual da SBPC, prevista para julho de 2013, em Pernambuco.
Mais informações no site do Prêmio.
Texto: Gustavo Ferreira – Assessoria de Comunicação da UFPA

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

REPASSANDO: Ciência sem Fronteiras abre inscrições para mais de 30 áreas estratégicas


Ciência sem Fronteiras abre inscrições para mais de 30 áreas estratégicas

Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Holanda e Reino Unido. Já se imaginou conhecendo a cultura de um desses países e estudando nas melhores universidades mundiais? A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp) da Universidade Federal do Pará (UFPA), conjuntamente com a Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) e a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg) acabam de lançar o edital do Programa Ciência sem Fronteiras (PCsF) para intercâmbio cultural de estudantes de graduação em universidades estrangeiras. Confira aqui.
O PCsF busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. O edital lançado pela UFPA deve pré-selecionar candidatos para as chamadas públicas disponibilizadas pela Capes e CNPq no endereço do Ciência sem Fronteiras, de acordo com o cronograma das universidades de cada um dos sete países participantes,. A graduação sanduíche nestes países deve iniciar a partir de janeiro, julho ou setembro de 2013.
Inscrições - A inscrição deve ser realizada pelo candidato na página eletrônica do PCsF, no formulário online correspondente à Chamada Pública de interesse. Além disso, o candidato deve entregar na Propesp cópias dos documentos descritos no edital da UFPA. Os estudantes devem estar atentos à abertura das chamadas. Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPA, professor Emmanuel Tourinho, “os prazos são muito curtos, com a maioria das inscrições encerrando-se no dia 14 de setembro. Além disso, há muitos detalhes das datas e exigências para cada país, o que significa que os alunos vão precisar ser informados e estimulados para submeter as candidaturas”. No item 8 do edital conjunto, é possível ter acesso ao calendário detalhado dos prazos importantes de inscrições para cada país.
Para concorrer, o estudante deve estar matriculado em cursos das seguintes áreas estratégicas do programa: Engenharias e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra; Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde; Computação e Tecnologias da Informação; Tecnologia Aeroespacial; Fármacos;  Produção Agrícola Sustentável; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Biotecnologia; Nanotecnologia e Novos Materiais; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Biodiversidade e Bioprospecção; Ciências do Mar; Indústria Criativa (arquitetura, design, software, jogos de computadores, cinema, vídeo, fotografia, música, artes, televisão, conteúdos digitais, editoração e publicação eletrônica);  Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; Formação de Tecnólogos, nas áreas e temas listados nos itens anteriores; além de ter integralizado no mínimo 20% e, no máximo, 90% do currículo previsto para seu curso, no momento do início previsto da viagem de estudos, entre outros requisitos constantes no edital.
Regras e concessões - Segundo o edital conjunto, a pré-seleção de candidatos pela UFPA será realizada sob a responsabilidade da Propesp, da Prointer e da Proeg, a quem caberá também avaliar e homologar as candidaturas. O PCsF atenderá a demanda aprovada pela Federal Paraense, dependendo de sua disponibilidade orçamentária e da possibilidade de absorção das candidaturas pelas universidades estrangeiras. A instituição de destino do aluno será definida pelo PCsF, considerada a sua área de formação e a oferta de vagas pelas instituições estrangeiras. O aluno selecionado será beneficiado com bolsa de estudo, pagamento de taxas escolares, seguro saúde, alojamento e alimentação, passagens aéreas ou auxílio deslocamento e auxílio instalação.
Para mais informações, acesse aqui o edital.
Serviços:
Diretoria de Pesquisa - Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.
Prédio da Reitoria, 2º Andar.
Telefones: (91) 3201-7953, (91) e (91) 3201-7657.
E-mails: vallinoto@ufpa.br, dpq_pesquisa@ufpa.br
Home Page: www. propesp.ufpa.br
Pró-Reitoria de Relações Internacionais.
Prédio da Reitoria, 3o Andar.
Telefones: (91) 3201-7211, (91) 3201-8713 e (91) 3249-4442
E-mails: prointer@ufpa.br, leilassef@ufpa.br e lauradiva@ufpa.br
Home Page: www. prointer.ufpa.br 
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Arte: Reprodução

Óleo extraído da copaíba pode ajudar no tratamento de doenças

Óleo extraído da copaíba pode ajudar no tratamento de doenças
disponível in:
http://redeglobo.globo.com/pa/tvliberal/edopara/videos/t/edicoes/v/oleo-extraido-da-copaiba-pode-ajudar-no-tratamento-de-doencas/2106759/

FAZENDO UMA BOA APRESENTAÇÃO EM SEMINÁRIOS

FAZENDO UMA BOA APRESENTAÇÃO EM SEMINÁRIOS
http://www.posgraduando.com/guia/dez-dicas-para-criar-uma-boa-apresentacao-no-powerpoint

domingo, 26 de agosto de 2012

Prêmio Márcio Ayres estende prazo para inscrição de trabalhos


Prêmio Márcio Ayres estende prazo para inscrição de trabalhos


Agência Museu Goeldi – Estudantes do ensino fundamental e médio do Pará, da rede pública e particular, conseguiram mais tempo para concorrer à quinta edição do Prêmio José Márcio Ayres para Jovens Naturalistas (PJMA). O prazo final para entrega dos trabalhos foi adiado para 31 de outubro de 2012.

Criado em 2003, o Prêmio é fruto da parceria entre o Museu Paraense Emílio Goeldi e a Conservação Internacional do Brasil. Em sua quinta edição, conta com o apoio do projeto Escola da Biodiversidade Amazônica – Ebio, subprojeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia.

Mais que um concurso, esta iniciativa é um processo educativo que incentiva os estudantes a investigarem a Biodiversidade Amazônica, com o objetivo de ampliar a divulgação e a discussão deste assunto nas escolas da rede pública e privada.

Inscrições – No site do Prêmio, os interessados podem fazer download do Manual dos Jovens Naturalistas, Regulamento do concurso, Guia para os professores orientadores, de esquemas de pesquisa com plantas ou animais e de palestras sobre diversos temas relacionados à biodiversidade, como também conhecer a história de alguns dos vencedores na websérie Jovens Naturalistas do Século XXI, que conta com nove episódios.

Aos estudantes do Ensino Fundamental são permitidas pesquisas individuais ou em dupla. Já os trabalhos do Ensino Médio são individuais. As pesquisas devem ser orientadas por professores da escola em que os alunos estão matriculados e abordar o tema Biodiversidade Amazônica. Os educadores também dispõem do blog da Escola da Biodiversidade Amazônica – Ebio para tirar dúvidas sobre práticas pedagógicas no ensino da biodiversidade.

Quem deseja participar do concurso deve enviar o trabalho escrito pelos Correios, até o dia 31 de outubro, endereçado ao Museu Paraense Emílio Goeldi, Serviço de Educação – Av. Magalhães Barata, 376 – São Braz, C.P. 399, CEP 66040-170, Belém-PA.

Seleção – A relação dos melhores trabalhos selecionados para etapa final do concurso será divulgada no Portal do Museu Goeldi no dia 19 de novembro. Na última fase do Prêmio, os estudantes finalistas deverão fazer uma exposição oral das pesquisas que desenvolveram no dia 3 de dezembro. O resultado final (obtido pela somatória do trabalho escrito e da apresentação oral) será avaliado por uma comissão formada por educadores e pesquisadores.

Premiação - Os vencedores serão anunciados na cerimônia de encerramento da 5ª edição, no dia 4 de dezembro de 2012. Os prêmios a ser entregues são notebooks (primeiro lugar), máquina fotográfica digital (segundo lugar) e bicicleta (terceiro lugar). Além disso, haverá premiações para os professores orientadores (notebooks), para as escolas com melhores desempenhos (kit de publicações) e os municípios que demonstrarão mais capacidade de mobilização.

Atividades educativas – Lançada em 2011, a quinta edição do Prêmio realizou uma ampla programação educativa com oficinas, trilhas educativas e palestras com pesquisadores para as escolas da região metropolitana de Belém. No dia 5 de junho de 2012, o circuito de atividades do primeiro semestre foi encerrado com a Porococa da Biodiversidade, uma mostra diversificada de pesquisas em biodiversidade realizadas pelo Museu Goeldi.

Os apoiadores do Prêmio Márcio Ayres incluem a Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa), a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Amazônia Paraense (Fapespa).

Serviço: 5ª Edição do Prêmio Márcio Ayres para Jovens Naturalistas. Tema Biodiversidade Amazônica.Inscrições de trabalhos até 31 de outubro de 2012. Mais informações no site do Prêmio, pelos telefones (91) 31823216/31823217 ou pelo e-mail premio@museu-goeldi.br.
CALENDÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PJMA
Prazo final de inscrição: 31/10/12
Homologação das inscrições: 5 e 6/11/12
Avaliação de trabalhos escritos: 7 a 16/11/12
Anúncio dos finalistas: 19/11/12
Avaliação oral: 3/12/12
Premiação: 4/12/12
Texto: Luena Barros

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eventos debatem jornalismo sobre ciência e meio ambiente


Eventos debatem jornalismo sobre ciência e meio ambiente

10/08/12


Versão para impressãoEnviar para amigoVersão PDFEventos debatem jornalismo sobre ciência e meio ambiente
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) realiza, dia 31 de agosto, o I Seminário Estadual Jornalismo Científico, com o objetivo de discutir as estratégias e perspectivas da divulgação da ciência nos meios de comunicação de massa. O evento integra a programação do 8º Congresso Estadual dos Jornalistas promovido, de 30 de agosto a 02 de setembro, pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA).

Entre as atrações do Seminário está o jornalista Wilson da Costa Bueno, primeiro doutor em Jornalismo Científico do Brasil, que abordará as tendências e os desafios do jornalismo sobre ciência no contexto nacional. A jornalista do Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), Jimena Felipe Beltrão, falará sobre as experiências e perspectivas do Jornalismo Científico na Amazônia e, em especial, no Pará.

O Seminário será mediado pela jornalista e professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), Rosaly Brito, e ainda terá a participação de editores de jornais locais como debatedores. 

Podem participar jornalistas, assessores, educadores, estudantes de graduação/pós-graduação e demais interessados. As inscrições são gratuitas e os interessados devem enviar nome completo, formação, e-mail, instituição, telefone de contato para o endereço eletrônico: imprensa.secti.pa@gmail.com até 30/08. Haverá emissão de certificados para os inscritos. 

Congresso dos Jornalistas - Com o tema “Os desafios do jornalismo e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável na Região Amazônica”, o Congresso dos Jornalistas contará com a participação de importantes nomes do jornalismo nacional e regional. Na abertura (30), o destaque é a entrega do I Prêmio Belém de Jornalismo. 

Na sexta (31), haverá o Seminário de Jornalismo Científico (manhã) e, à tarde, os painéis sobre a relação entre jornalismo e meio ambiente. No sábado (01), serão ministradas as oficinas “Cobertura jornalística sobre o risco de desastre” e “Ferramentas digitais: a tecnologia sustentável ao seu alcance”. A programação segue com os painéis “Estratégias de enfrentamento da crise ambiental na Amazônia” e “Jornalismo Ambiental na Academia”. O dia termina com apresentação cultural e exposição de fotos. O último dia do evento será dedicado ao Estatuto do Sindicato e à leitura da Carta de Belém.

Para conferir a programação completa e os valores das inscrições para o Congresso, clique no link:http://www.secti.pa.gov.br/sites/default/files/programacao_congresso_seminario.pdf.

Serviço:
8º Congresso Estadual dos Jornalistas
Período: 30/08 a 02/09
Local: Sede da OAB-PA - Praça Barão do Rio Branco, 93 - Campina
Inscrições: Interessados devem efetuar o pagamento da inscrição e enviar nome completo, registro profissional, instituição, oficina escolhida, e-mail e telefone para o endereço: sinjorpa@gmail.com.
Informações: (91) 3246-5209 (Falar com Paulo ou Marília)

I Seminário Estadual de Jornalismo Científico
Data: 31/08
Horário: 9h
Local: Sede da OAB-PA - Auditório Octávio Mendonça
Inscrições gratuitas: enviar nome completo, formação, instituição/empresa, e-mail e telefone paraimprensa.secti.pa@gmail.com. Haverá emissão de certificados para os inscritos.
Informações: 4009-2514/8146-6642


Raphael Freire – Ascom/Secti

Feira de Ciência e Tecnologia já tem data e local definidos


Feira de Ciência e Tecnologia já tem data e local definidos

    Da Redação
    Agência Pará de Notícias
    Atualizado em 16/05/2012 às 14:16

    A família paraense já pode reservar na agenda os dias 17, 18 e 19 de outubro. Nesse período, vai acontecer a V Feira Estadual de Ciência e Tecnologia no Campus II da Universidade do Estado do Pará (Uepa). O evento, realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), vai apresentar uma boa parte da produção científica de importantes instituições de ensino e pesquisa do estado.
    A Feira representa a etapa regional da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, cujo tema deste ano é "Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza” e está alinhado com as discussões da Conferência Rio +20, que será realizada no Brasil, em junho. A Organização das Nações Unidas (ONU) está estimulando todos os Países a realizarem atividades com o objetivo de aumentar a consciência coletiva sobre a importância deste tema, por meio de ações a nível local, regional e internacional.
    A programação da Feira Estadual estará repleta de atividades de difusão e apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados ao tema principal. Serão debatidas as estratégias e mudanças necessárias para uma economia verde que, em conexão com um desenvolvimento sustentável, contribua para a erradicação de pobreza e a diminuição das desigualdades sociais no país.
    Mostras
    Dentre os eventos que fazem parte da Semana Nacional e antecedem a Feira Estadual, está a Mostra de Ciência e Cultura. O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano do público estudantil oferecendo um espaço de descoberta e reflexão por meio de atividades expositivas e interativas. A programação deste ano conta com palestras, oficinas, apresentações culturais, minicursos e exposições interativas. Toda programação é gratuita e aberta à participação de toda comunidade do município onde estiver sendo realizada.
    Este ano, a Mostra já percorreu cinco municípios do interior do estado e ainda este mês, passará por Paragominas, nos dias 24 e 25. Em junho, será a vez de Moju, nos dias 14 e 15, além de Abaetetuba, nos dias 28 e 29. Até o final do ano, o evento visitará sete localidades.

    Texto:
    Raphael Freire - Secti
    Fone: (91) 4009-2514 / (91) 8146-6642
    Email: raphael.freire@secti.pa.gov.br

    Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação
    Avenida Presidente Vargas, 1.020 - Campina
    Fone: (91) 4009-2511 / 2512
    Site: www.secti.pa.gov.br Email: secti@secti.pa.gov.br

    terça-feira, 14 de agosto de 2012

    Museu Goeldi lança o Censo da Biodiversidade


    A instituição propõe uma ferramenta que permitirá aos pesquisadores, gestores ambientais e à sociedade em geral acompanhar o avanço do estado do conhecimento sobre a biodiversidade da Amazônia
    Agência Museu Goeldi - Quantas espécies existem na Amazônia? "Parece uma pergunta fácil, mas é muito difícil responder quantas espécies existem aqui na Amazônia. É uma questão muito dinâmica, que depende de vários fatores. A todo tempo são descobertas novas espécies", responde a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG, Dra.Teresa Ávila-Pires, especialista em répteis.
    A resposta a essa pergunta complexa está sendo estruturada no Censo da Biodiversidade, que foi lançado no dia 18 de maio durante o evento "A biodiversidade da Amazônia no contexto da Rio+20". O Censo é uma iniciativa da Coordenação de Pesquisa e Pós-graduação do Museu Goeldi realizada no âmbito do Programa Biodiversidade da Amazônia, com o objetivo de organizar e tornar público o conhecimento sobre a riqueza biológica amazônica.
    É uma ferramenta a ser produzida colaborativamente pelos grupos de pesquisa que atuam na região para disponibilizar dados confiáveis, e atualizados regularmente, sobre as espécies da Amazônia.
    O Censo inicia com as listas das espécies do estado do Pará, compreendendo 12 grupos da fauna e 3.813 espécies que ocorrem no território paraense. Os interessados podem conferir o nome científico, a família em que a espécie está inserida e, quando for o caso, a categoria de ameaça de extinção. As espécies da flora serão disponibilizadas num segundo momento, e deverão abranger duas bases de dados, uma de inventários florísticos e outra de coleções. Outros grupos biológicos também deverão ser agregados às listas até o final de 2012.
    A meta do Censo é a disponibilização das Listas de Espécies da Amazônia brasileira e, mais adiante, do Bioma Amazônia, a partir de um trabalho em colaboração com as instituições e grupos de pesquisa atuantes na região.
    O Censo também não será apenas uma Lista de Espécies. Ele deverá agregar com o tempo as informações sobre cada espécie, como exemplares disponíveis em coleções científicas, localidades de ocorrência, literatura relacionada, imagens, etc. O projeto também buscará a integração com as bases de dados em desenvolvimento no MPEG, como o SinBIO, e outras iniciativas, como o recém-lançado SIB-Br pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
    Mas, o desejo da instituição secular, referência obrigatória nos estudos amazônicos, é maior. O MPEG propõe esta ferramenta colaborativa como um mecanismo para a comunidade científica nacional apresentar seus dados sobre os demais biomas brasileiros.
    Biodiversidade, ciência e sociedade – Com o esforço coletivo na elaboração das listas será possível perceber, ao final de cada ano, as direções do avanço no conhecimento, por exemplo, via aplicação de novos métodos de coleta, novas regiões inventariadas, etc. Esta sistematização de informações permitirá ainda análises e números preditivos da biodiversidade. Segundo a pesquisadora Teresa Ávila-Pires, o Censo da Biodiversidade será uma ferramenta de acompanhamento do progresso científico: "Com essas atualizações, a gente vai ter uma visão do progresso, de quantas espécies estão sendo descritas, quantas espécies que não sabiamos que ocorriam em determinada área.
    As primeiras listas de espécies do Censo da Biodiversidade estão disponíveis no site: http://marte.museu-goeldi.br/biodiversidade/censo/aplicacao 

    PESQUISA - INCT Biodiversidade e Uso da Terra no Ciência Sem Fronteiras


    INCT Biodiversidade e Uso da Terra no Ciência Sem Fronteiras

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    dilmaAgência Museu Goeldi - A bolsista do INCT – Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, Nárgila Gomes de Moura, participou do encontro com presidente brasileira Dilma Roussef em Londres, durante as Olimpíadas 2012. Ela está na Universidade de Cambridge pelo programa Ciência Sem Fronteiras, realizando um projeto de doutorado sanduíche. Sua tese busca entender como a riqueza e a comunidade de aves responde aos diferentes sistemas de uso da terra (áreas de floresta primária e secundárias e diversos sistemas de produção) em múltiplas escalas espaciais, incluindo duas regiões diferentes da Amazônia Brasileira - Paragominas e Santarém, municípios do estado do Pará.
    Nárgila é estudante do Programa de Pós-Graduação em Zoologia do Museu Emílio Goeldi e Universidade Federal do Pará, está sob a orientação do acadêmico Alexandre Aleixo, curador da coleção ornitológica do Museu Goeldi.
    Durante sua estadia na Inglaterra, a bolsista está produzindo dois artigos para revistas Qualis A1. O primeiro artigo é relacionado aos padrões de distribuição da comunidade de avifauna em múltipla escala, buscando limiares de cobertura florestal para proteção de toda comunidade nas paisagens de Paragominas e Santarém. Já o segundo artigo será sobre a distribuição e estimativa de abundância da Ararajuba (Guarouba guarouba- Psittacidade), espécie endêmica da Amazônia e que hoje é ameaçada de extinção por conta da fragmentação florestal, perda de habitat e tráfico de animais silvestres. O objetivo é modelar suas necessidades ambientais com base em dados coletados durante trabalho de campo e dados já publicados por outros pesquisadores.
    O doutorado na Universidade de Cambridge tem permitido que a bolsista brasileira interaja com o Conservation Science Group, um grupo de pesquisa que se dedica ao planejamento sistemático de conservação, desenvolvendo análises econômicas e de modelagem, buscando conciliar estratégias de conservação ambiental com atividades produtivas. Alexander C. Lees, pesquisador do Conservation Science Group, do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia e colaborador do Laboratório de Ornitologia do Museu Goeldi, é responsável pela co-orientação da tese de Nárgila.
    INCT – O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia é coordenado pela ecóloga Ima Célia Guimarães Vieira (MPEG) e sua rede de pesquisa é composta por especialistas de 20 instituições científicas nacionais e internacionais. O foco deste INCT é o desenvolvimento de pesquisas, ações de educação e comunicação da ciência no Arco do Desmatamento – faixa territorial no Brasil de 244.420 km², que se estende pelo sul da Amazônia, indo do Maranhão ao Acre, abrangendo 524 municípios, mais de 10 milhões de habitantes, 36 unidades de Conservação Federais e Estaduais e 99 Terras Indígenas.
    Para saber mais, acesse http://saturno.museu-goeldi.br/inct/

    Plantas medicinais da Amazônia em selos


    Plantas medicinais da Amazônia em selos

    Numa parceria com o Museu Paraense Emilio Goeldi, os Correios lançam, em Belém, selos com estampas da andiroba, da copaíba, da muirapuama e da unha-de-gato
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    Agência Museu Goeldi - A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) lança no próximo dia 15 de agosto, no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, emissão especial de selos que focaliza as plantas medicinais brasileiras. A data marca mais um aniversário do Parque Zoobotânico, inaugurado num 15 de agosto há 117 anos.
    De uso popular, as plantas compõem elemento fundamental da fitoterapia do país e, em particular, da Amazônia. Para selecionar as plantas que comporiam a série, os Correios convidaram a pesquisadora Márlia Coelho-Ferreira, da Coordenação de Botânica do Museu Goeldi.
    A pesquisadora apontou a unha-de-gato e a muirapuama e permaneceu a sugestão inicial dos Correios para a andiroba e a copaíba. Todas são dignas representantes do conhecimento tradicional e de uso corrente pela população. Cada planta compõe uma lâmina e sua apresentação varia de acordo com a parte utilizada para consumo no tratamento de doenças diversas.
    Importância - Plantas de uso do conhecimento tradicional, a andiroba e a copaíba são, para a pesquisadora, clássicos amazônicos. “Elas estão para a medicina tradicional amazônica, assim como a mandioca (ou a farinha de) está para alimentação da população da região”, diz Márlia.
    Já a indicação da muirapuama, tem uma justificativa centrada na reconhecida capacidade adaptógena ou resistógena que combate o estresse e a fadiga guardando semelhança com o guaraná e a catuaba.
    Segundo Márlia, “A introdução da muirapuama na Europa, particularmente na Inglaterra, remonta a 1920” quando foi incluída àBritish Herbal Pharmacopoeia – Farmacopeia Botânica Britância com indicações para impotência sexual e problemas circulatórios.
    A unha-de-gato, reconhecida por sua aplicação em casos de dores articulares e musculares, tem a adicional importância por ser a única planta amazônica que consta da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse do SUS (RENISUS). Nesta lista, esta planta refere-se exclusivamente à Uncaria tomentosa, espécie alvo de muitos estudos farmacológicos.
    “Divulgar ao grande público brasileiro, informações sobre espécies que considero de extrema relevância e potencial para a política de saúde”, representa o alcance de metas das pesquisas desenvolvidas por Márlia Coelho-Ferreira .
    Reconhecimento - Os lançamentos de selos postais são importantes estratégias para homenagear e divulgar manifestações as mais diversas da cultura brasileira. Com emissão pela Casa da Moeda do Brasil, os selos têm valor monetário equivalente à postagem de carta comercial. São quatro os selos com tiragem de 75 mil cada.
    Segundo a pesquisadora do Museu Goeldi, convidada a dar consultoria aos Correios, a empresa selecionou o tema das plantas medicinais pela sua importância e o reconhecimento e valorização atuais.
    As plantas e o conhecimento tradicional, a elas associado, constituem um dos principais aspectos da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, criada em 2006.
    De acordo com a Márlia Coelho-Ferreira, foi o pioneirismo do Museu Goeldi no estudo de plantas medicinais utilizadas na Amazônia e a atuação da instituição na área que levaram ao convite dos Correios. Para a ocasião do lançamento, a pesquisadora aposentada do Museu Goeldi, Elizabeth Van den Berg, autora do livro Plantas Medicinais da Amazônia, pioneira, na instituição, por seus estudos sobre plantas medicinais, é uma das convidadas da cerimônia.
    Parceria proveitosa – A colaboração interinstitucional é considerada positiva por Márlia Coelho-Ferreira. “Para a instituição, em particular, é uma oportunidade para reforçar seu lugar no cenário científico nacional, mostrar sua capacidade de se abrir e interagir com os mais diversos setores, e de disponibilizar o espaço do Parque não apenas para atividades lúdicas,” explica a pesquisadora.
    Para Márlia pessoalmente, o trabalho com os Correios é “uma grande oportunidade contribuir com as informações para o Edital dos Selos Fitoterapia Brasileira: Plantas Medicinais- Saber Popular, uma vez que trabalho com o tema e tenho por objetivo em minhas pesquisas esclarecer aspectos referentes aos conhecimentos tradicionais sobre as plantas de uso terapêutico e valorizá-los assim como aos seus detentores, em especial no contexto dos cuidados básicos de saúde”. 
    Assista à entrevista com a pesquisadora Márlia Coelho-Ferreira sobre os selos comemorativos e as plantas medicinais no canal do Museu Goeldi no Youtube.
    As plantas têm reconhecida aplicação dentre as populações tradicionais em regiões como a Amazônia e o Ministério da Saúde do Brasil também reconhece essa importância e admite oficialmente a eficiência de plantas medicinais como a unha-de-gato.
    Emissão e comercialização - Dentre os lançamentos de selos pelos Correios, outro evento acontece na Amazônia. Da Série América: Mitos e Lendas, a empresa lança em Manaus no próximo dia 22, dois selos: um referente ao guaraná e outro à mandioca.
    Todo selo emitido tem prazo de comercialização e os da série Fitoterapia brasileira – Plantas Medicinais Saber Popular serão vendidos até 31 de dezembro de 2015.
    Os produtos  podem ser adquiridos na loja virtual dos Correios: www.correios.com.br/correiosonline ou na Agência de Vendas a Distância - Av. Presidente Vargas, 3.077 - 23º andar - 20210-973 - Rio de Janeiro/RJ - telefones: 21 2503 8095/8096; Fax: 21 2503 8638; e-mail: centralvendas@correios.com.br. Para pagamento, enviar cheque bancário ou vale postal, em nome da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, ou autorização de débito em cartão de crédito American Express, Visa ou Mastercard.
    Serviço: Lançamento da Emissão Especial da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos denominada Fitoterapia Brasileira – Plantas medicinais, Saber Popular, no dia 15 de agosto de 2012, às 10 horas, no Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emilio Goeldi, Av. Magalhães Barata, 376, em Belém.
    Vídeo: Luena Barros.
    Texto e edição: Jimena Felipe Beltrão